Com palestra, o Centro Clínico Covid-19 Zona Sul celebrou o Dia Mundial da Psoríase, comemorado em 29 de outubro. A enfermeira Edileuza Menezes Diniz ministrou a palestra e abordou sobre o diagnóstico e tratamento da doença. A profissional explicou que a psoríase não é contagiosa e se caracteriza por lesões avermelhadas e descamativas, normalmente em forma de placas.

“Atinge principalmente a população com idades entre 20 e 40 anos, afetando igualmente homens e mulheres, mas em 15% dos casos surge na infância. Assim como outras doenças crônicas como diabetes e hipertensão, a psoríase ainda não tem cura definitiva, mas, com tratamento adequado, pode ser controlada”, afirmou.

Segundo a palestrante, os sintomas mais comuns são lesões róseas ou avermelhadas, recobertas por escamas esbranquiçadas, que afetam a pele, especialmente em cotovelos, joelhos, couro cabeludo, unhas, palmas das mãos e plantas dos pés. Pode surgir na forma de pequenas manchas escalonadas, coceira, queimação e dor, unhas grossas, sulcadas ou com caroços. Quando a doença atinge as articulações provoca dor e artrite.

“O tratamento deve ser sempre indicado por um médico. Nos casos leves, medicamentos como pomadas, loções, xampus ou gel ajudam na melhora. Em casos mais avançados, são indicadas sessões de fototerapia por ultravioleta, com ou sem remédio, medicamentos de uso oral ou injetável”, concluiu.

No final da ação, foi realizado uma roda de conversa e a entrega de certificado.

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