O Hospital de Campanha em Santana, na Região Metropolitana de Macapá, entrou em funcionamento nessa terça-feira e recebeu os primeiros pacientes. Foram encaminhados pessoas com diagnóstico positivo e já necessitando de tratamento para quatro leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e outros seis menos graves para a enfermaria.

De acordo com o médico André Franco Ribeiro, diretor-técnico do Centro COVID-19 de Santana, a experiência vinda de outras unidades será fundamental para buscar minimizar os efeitos da pandemia. Além de prestar o melhor atendimento para a população de Santana.

“Estamos em uma batalha contra essa pandemia. Por isso, contamos com equipamentos de ponta, material de prevenção integral e medicamentos de amplo espectro. Isso tudo para combater o novo Coronavírus”, frisa. André é um dos profissionais que vieram de Goiás, trazidos pela Organização Social IBGH, instituição que faz a gestão da unidade.

O Centro de campanha COVID-19 de Santana seguirá o protocolo estabelecido para enfrentamento ao novo Coronavírus que o governo do Amapá definiu em decreto: a utilização de um coquetel de medicamentos para tratamento dos infectados. O IBGH trouxe equipamentos, material médico, insumos hospitalares e até material de limpeza de Goiânia.

Hidroxi-coroquina, ivermectina, azitromicina e o vermífugo Anitta são as referências do Ministério da Saúde que a Secretaria Estadual de Saúde do Amapá definiu no enfrentamento à COVID-19.

Hospital de Campanha: Exemplo de experiência

Segundo a superintendente-executiva do IBGH, Lázara Mundin, o Hospital de Campanha terá em sua primeira etapa capacidade para atender até 22 pacientes, sendo 16 leitos de enfermaria e 6 de UTI. “Vamos colocar uma estrutura moderna e equipe especializada à disposição da população. O objetivo é socorrer os casos de maneira emergencial. Porém, com a garantia de atendimento humanizado e com a atenção que a população do Amapá merece”, frisa.

A unidade contará com uma equipe de doze médicos plantonistas. Entre clínicos e intensivistas, seis enfermeiros, trinta técnicos de enfermagem, dois fisioterapeutas, um psicólogo hospitalar, dois assistentes sociais e um farmacêutico. O apoio terá um engenheiro clínico.

Na segunda etapa estarão disponíveis mais 14 vagas de UTI e 8 de enfermaria. A estrutura já está sendo montada. A previsão é de que dentro de 15 dias estará pronta para entrar em funcionamento.

“Cuidados como higienização constante, uso correto e irrestrito de Equipamentos de Proteção Individual e acompanhamento humanizado da população. Essa será nossa marca na unidade”, finaliza a superintendente.

Essa matéria foi originalmente publicada no Portal Diário do Amapá.

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